Marcada para este sábado (20), a decisão do Mundial de Clubes transcorreu como o esperado. Encontrando facilidades, o Real Madrid de Carlo Ancelotti derrotou um impreciso San Lorenzo.
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| Monstro do jogo aéreo, Sergio Ramos abriu o placar (foto: Reprodução/Marca) |
Edgardo Bauza montou a equipe de Almagro num 4-3-3 (4-1-4-1 sem a bola), esquema base desde a conquista da Libertadores - na vitoriosa campanha, argentinos compunham 4-2-3-1. Assim, linhas recuadas e espaço à saída madridista. Em geral, postura correta para uma equipe inferior tecnicamente. Porém, suicida para este confronto. Não tendo a bola, San Lorenzo nunca esteve perto da meta adversária. Pelo contrário, sempre deixou europeus próximos à área de Torrico.
Sem Modric, o Real já apresentou dificuldades para realizar saída e manter circulação. Consequentemente, "trio BBC" acaba isolado e coletivo passa a depender de individualidades. Se pressionados, madrilenhos sofrem. Tanto que, recentemente, Basel e Almería expuseram tais debilidades. Pois bem, Bauza ignorou tudo isto e viu seu conjunto ser facilmente controlado durante os 90'. Perdeu feio, apesar do digno resultado.
Espanhóis não jogaram tudo o que poderiam, justamente porque não foi necessário. Primeira etapa em bom nível, segundo tempo bem administrado e mais um título mundial no cartel de Ancelotti. O quarto da vida dele, o quarto do clube merengue. No fim, Copa do Mundo de Clubes acaba por não valer quase nada. Em meio à tantas coisas importantes, momento de repensar o torneio.
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| Clique na imagem para ampliar Taticamente, como as equipes iniciaram o duelo |


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