Neste domingo (25), pela 20ª rodada de La Liga, Valencia e Sevilla protagonizaram um importantíssimo confronto. Tendo bons fatores a favor, a equipe de Nuno Espírito Santo conseguiu um grande 3 a 1 e assegurou a 4ª colocação.
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| Dani Parejo brilhou e marcou dois gols no jogo (foto: Reprodução) |
Nuno Espírito Santo mandou seu time a campo num 4-4-2 (com ou sem a bola), que, dependendo do posicionamento de Enzo Pérez, poderia se transformar em 4-3-1-2 (também igual na fase defensiva) a qualquer momento. Desta forma, o capitão Dani Parejo, surgindo em várias partes do relvado e sendo decisivo ao marcar dois gols, foi fator. Diego Alves e Javi Fuego, além do próprio técnico português, também.
O arqueiro brasileiro defendeu uma penalidade decisiva - a sua 18ª desde que chegou à Espanha -, impedindo um possível empate quando o duelo ainda estava 2 a 1; Fuego, sempre recuado e compensando todos, manteve nível absurdo e impediu diversos avanços do Sevilla. Este, por sua vez, compôs habitual 4-2-3-1 (4-4-1-1 sem a posse) e caiu no confronto direto. Contra um Valencia que atuou totalmente à sua maneira, fechando muito bem os espaços e acelerando transições. Equilibrado atrás, desequilibrante à frente.
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| Clique na imagem para ampliar Taticamente, o plano inicial |
Mais consistente e competitivo dentre os que lutam pela 4ª posição, o clube de Peter Lim dá salto fundamental na tabela. Espírito Santo planeja os grandes jogos de maneira espetacular, muda variações de acordo com o adversário. Tanto que, até o momento, apenas considerando os 10 primeiros colocados, só perdeu para o Barcelona. Caminhando, vivendo e aguardando o próximo duelo decisivo. Assim tem sido a vida de Nuno, o treinador que surpreende a Europa.


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